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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

Devaneios

Palavras do Autor: Faz um bom tempo que os escritores do blog postam apenas poesias na maioria das vezes, só vez ou outra que lembramos de escrever um outro tipo de texto, meu ultimo texto se não me engano foi uma poesia. Mas agora, resolvi atacar com essa crônica, quer dizer, ao menos eu acho que é uma crônica. Mais uma vez, resolvi mudar a aparência do blog (que os outros não reclame, coloque em discussão no grupo e poucos prestaram atenção). Talvez esse seja o último texto do ano, talvez não, espero que gostem de qualquer forma. E para encerrar as palavras do autor, analisei o que foi feito nesse blog nos seu tempo de existência, vamos melhorar. Fiquem agora com o texto, com os meus devaneios...
Seis horas da manhã, quase sete, acordado desde as quatro horas da tarde, e neste momento pensando “que merda de URL e título fui dar ao meu blog próprio?”, mas isso é coisa pra se resolver depois. É também o penúltimo dia do ano, e sobre isso só penso “e o Quico?” (sim, é assim que se escrev…

TENHO CIÚMES

Teu corpo vou esconder,
tenho ciúmes do mar.
Ele, a ti, quer prender
e com Poseidon guardar. Teu corpo vou esconder,
tenho ciúmes do vento.
Ele quer te levar.
Voar pelo firmamento. Teu corpo vou esconder,
das flores tenho ciúmes.
Elas procuram obter,
a fonte dos teus perfumes. Teu corpo vou esconder,
tenho ciúmes da lua.
Ela, vadia, quer ter,
o brilho da pele tua. Teu corpo vou esconder,
tenho ciúmes do mundo.
O medo de te perder,
é meu temor mais profundo.

Os cordeiros e o abatedouro"

Os cordeiros deixaram de se contentar com o abatimento.
Os cordeiros não se contentam mais com histórias de um belo pasto verde preparado por um grande pastor que também faz parte da grande história.
Eles perdem seu senso de direção e se separam do rebanho.
Seguir um caminho que apenas "possivelmente" possa existir se torna doloroso para aqueles que se cansam de berrar para um pastor que sobretudo é apenas uma "possibilidade de existência "
O medo assume os dois lados de seus caminhos, acompanhado com insegurança e o abondono.

Suas lãs tomam um tom preto, para diferenciar a pureza da fé, da podridão da dúvida que os cerca, esta que os deixa inseguro para acreditar.
Ao invés de responder a dúvida, aquele que a provocou trata como um insulto.

Emaranhado de filosofia "caosdramática"

Os ser humano é um ser que não aguenta o fardo de ser racional.
Sente mil coisas ao mesmo tempo, mas se pedido para que se exprese no meio de uma comunicação que ele mesmo inventou; trava, gagueja, dobra a língua, contorce e no final, das coisas profundas que sente, expressa apenas rasas sensações.

O homem mata aquilo que necessita para viver com a desculpa de que está evoluindo seu meio.
Mas por que esquecer de evoluir a si próprio?
A capacidade de ser "racional" nos torna "irracionais" diante de nós mesmos.

As pessoas produzem coisas lindas, porém, que nenhuma pessoa aproveita porque estão ocupadas demais produzindo.
Somos tão belos dentro do sistema feito por nós, porém tão patéticos quando vistos de fora.
Andam por aí alimentando o monstro que irá devora-los.
Monstro esse feito de ganância e ignorância.

Nossas lágrimas são pesadas, porém insignificantes.
A chuva ácida leva e lava qualquer marca de um revolucionário da salvação que peregrina por aí.

Não adianta…

O porquê de eu gostar de você

Quanto mais busco, me perco
Quanto mais tento entender,
Busco nas entrelinhas o quê de eu gostar,
Tanto assim de você.

Talvez seja o seu sorriso,
talvez seja a forma como você anda
Talvez seja a cara de bobo que eu faço
Quando você passa...

Já cansei de me pegar
Pensando no seu sorriso,
No seu cabelo, e
Em você.

Não sei se é a paixão,
Sei que está em mais pura essência.
Estou a ponto de pirar!

Quanto mais busco,
Mais acho brega
Menos entendo,
O porquê de eu gostar de você!